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Consup aprova todas as pautas previstas pela convocação

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O Conselho Superior do Instituto Federal do Tocantins, em reunião nesta terça-feira, 10, aprovou todas as pautas previstas pela convocação.
por Jully Anna Santana publicado: 10/02/2015 09h50 última modificação: 12/02/2015 18h01

O Conselho Superior do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), em reunião nesta terça-feira, 10, aprovou todas as pautas previstas pela convocação.

Os Campi Porto Nacional e Gurupi, após completar 5 anos de atividades, inicia, com deflagração do Consup, o processo interno de eleições para a Direção Geral. A comunidade interna de cada campus, por questão legal, pode escolher seus próprios diretores. Os diretores pro tempore, Miguel Camargo e Paulo Paz, que foram indicados pelo reitor, exerceram as atividades temporárias de gestão para que os campi pudessem se estabelecer como unidade vinculada ao IFTO e adquirir autonomia quanto às atividades que oferece à comunidade acadêmica e regional.

Agora, os campi devem formar a comissão eleitoral que será responsável pela construção do regulamento das eleições e apresenta-lo ao Consup, em reunião futura. Somente com a aprovação dos conselheiros a candidatura e a eleição podem ser iniciadas. Os próximos Diretores terão o mandato reduzido, uma vez que o mandato de diretor de campus acompanha o mandato do atual reitor.

Os projetos pedagógicos dos cursos técnicos subsequente em Agricultura, do Campus Avançado Lagoa da Confusão; integrado em Informática, do Campus Colinas do Tocantins; e integrado em Informática para Internet, do Campus Porto Nacional; foram aprovados sem alterações e com unanimidade. Apesar de já terem sido aprovados para cumprir o prazo determinado pelo Ministério da Educação (MEC), as pautas foram incluídas nesta reunião para convalidação dos conselheiros.

Conforme as normas e regulamentos da Controladoria Geral da União (CGU), o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT 2015) já havia sido aprovado, mas trago para convalidação nesta reunião do Consup.

Aprovado com unanimidade, apresentação do projeto pedagógico do curso superior de licenciatura em Física do Campus Palmas foi apresentada com sugestões de alteração para que a carga horária do curso atenda às necessidades dos discentes. Esta alteração prevê menor evasão e proporciona uma matriz curricular adequada aos conteúdos que devem ser ministrados aos alunos. Segundo alterações, a aula diária passa a ter um tempo menor, por isso o curso passa de quatro para seis semestres letivos, segundo a quantidade de horas exigida pelo MEC.

O Coordenador de Ensino do Campus Araguatins, Vilson Soares de Siqueira, apresentou o calendário letivo de 2015 do campuse evidenciou que os dias letivos atendem a legislação em escala anual, e semestral, no caso dos cursos técnicos subsequentes e superiores. Demonstrou aos conselheiros como o campus adequou os sábados letivos, de maneira que haverá poucos deles para suprir às exigências de horas para o cumprimento dos semestres. Segundo ele, “o calendário foi construído de acordo com as Organizações Didático Pedagógicas do IFTO”.

A chefe da Unidade de Auditora Interna do IFTO, Rosana Sara da Silva Brito, que apresentou as sugestões para a alteração do Regimento Interno da Unidade de Auditoria Interna, deixou a responsabilidade de alteração para os conselheiros, naquilo que fosse cabível às recomendações da CGU. A primeira alteração diz respeito à ocupação do cargo de chefia da Auditoria Interna, uma vez que o documento sugeria que apenas auditores pudessem pleiteá-la. Segundo o reitor, Francisco Nairton do Nascimento, o documento não pode restringir, uma vez que “a auditoria pode ser assumida por outro servidor, com grau de graduação, se houver esta necessidade”, mas que dê a preferência aos auditores.

Em seguida, ao reivindicar maior imparcialidade no trabalho de auditoria e expor a limitação no exercício da auditoria em todos os campi, Rosana Sara sugeriu que todos os auditores sejam lotados na reitoria, para tanto, deve-se, anteriormente, alterar o regulamento geral do IFTO. Desta forma, o ponto será discutido pelo Colégio de Dirigentes (Codir) para averiguar as possibilidades de remanejamento dos códigos de vagas, além de garantir que os auditores das unidades sejam ouvidos, e os casos, analisados. Assim como diz Nairton: “É preciso saber se os auditores querem ser remanejados. Este processo leva tempo, e deve se adequar conforme a realidade da Instituição”. A sugestão do reitor, de aprovar o documento sem esta alteração para dar ao Codir a possibilidade de estudar o tipo de estratégia que será usada para tratar deste assunto, foi acatada por todos os conselheiros.